Admirável Mundo Louco
Além do horizonte existe um lugar

Olá caro blog, faz tempo que não dou as caras por aqui, não é mesmo? Pois é, quanto menos o peão faz, mais é a vontade de brincar que o senhor não existe. Mas não se preocupe seu Louco, por que o problema não é com você - é justamente comigo.

O meu Admirável Mundo anda repleto de experiências bacanas, no entanto, ainda estou em busca da felicidade. Isso não quer dizer que eu esteja em uma situação ruim, mas também não me considero completo, entende?

Estou precisando trabalhar como jornalista, não como aquele menino que entende de internet e sabe desenvolver - com muitas limitações - sites. A minha especialização em Mídias Digitais até me permite lidar com projetos em ambientes eletrônicos, mas é incrível como as pessoas insistem em não me valorizar. Sou sempre o burro de carga de alguém, o idiota que segura as broncas técnicas e que não tem o seu lugar como comunicador.

Ser jornalista é cada vez mais difícil em um mercado de cobras e de interesseiros. Será que além do horizonte existe um lugar? Creio que sim.

Lamento desapontar os pessimistas, mas não pretendo desistir tão cedo do meu sonho. De freelancer em freelancer - leia-se: de degrau em degrau - eu ainda vou conquistar o meu lugar ao sol.

Espero ter boas notícias em breve meu amigo blog.

Ano novo, blog novo (de novo?)

E lá vamos nós (de novo), desta vez em 2012 para o fim do mundo. Não tenho do que reclamar do ano passado, mas espero que neste novo eu consiga finalmente tocar o meu Admirável Mundo Louco para frente.

Chega de SONHAR, quero agora é REALIZAR. Em 2011, no campo acadêmico, eu terminei a minha especialização em Mídias Digitais. Também foi o ano que eu encontrei o amor da minha vida, Erika Andrade, em uma pequena cidadezinha do interior do Paraná.

Já na vida profissional como jornalista, Deus me agraciou com boas experiências em Maringá - cidade que eu amo de paixão e não tenho a intenção de deixar tão cedo. Trabalhei para a RPCTV, afiliada da Rede Globo no Paraná, no jornal Gazeta do Povo, por meio da Gazeta Maringá, como produtor de Mídias Digitais para o lançamento da 39ª Expoingá e como repórter policial e de cidades para o Jornal do Povo.

Todos foram freelancers e a meta agora, no entanto, é ter um trabalho FIXO em algum veículo de comunicação da cidade canção. E essa é uma das ÚNICAS resoluções que fiz para 2012 e se Deus permitir, vou conseguir cumprir a minha meta em Maringá.

E o ano já começa bem, com mais um freelancer no Jornal do Povo e a possibilidade de ser professor no Cesumar (Centro Universitário de Maringá) na pós-graduação em Mídias Digitais - essa última oportunidade surgiu após um convite de Ana Paula Machado Velho, minha ex-professora.

Conforme eu for organizando o meu Mundo Louco, esse Admirável blog será mais uma vez atualizado com frequência - fiz a mesma promessa no blog Press Start, herança de minha passagem pela Gazeta Maringá.

E que venha logo esse trabalho fixo! Sei que Deus não trabalha no nosso tempo, mas tenho fé que ele vá iluminar a cabeça dos empregadores, meus futuros patrões, para eu conseguir finalmente o meu lugar ao sol em 2012!

Ah, e já falei que virei titio no final do ano passado? NÃO? Lá vai, do titio mais bobo do mundo, o meu sobrinho, Augusto:

O Rei Leão em 3D renova magia da infância

O Rei Leão (The Lion King) foi o primeiro filme que eu assisti nos cinemas, em 1994. Na época com oito anos de idade, lembro muito bem de cada detalhe do dia - talvez pelo filme ter marcado tanto a minha infância.

Estava de férias com meus pais em Balneário Camboriú (SC). Sem termos outra opção de diversão, a família resolveu arriscar um “cineminha” em um shopping - a melhor escolha que fizemos. O local não estava muito cheio e o ambiente não era dos melhores, mas o filme valeu a pena.

Agradeço por ter tido essa oportunidade no passado, pois ao assistir novamente O Rei Leão em 3D nos cinemas tive a chance de voltar a ser criança. Já havia visto o filme diversas vezes em casa na TV, mas nada se compara a experiência cinematográfica.

Confesso que me arrepiei em diversos momentos ao rever a obra animada da Disney e cheguei até a lacrimejar em dois momentos - no início do filme com o Ciclo da Vida e no desenrolar da história de Simba e da leoa Nala.

Não sei explicar o motivo disso ter ocorrido, mas eu esqueci de todos os meus problemas, desde o momento que o filme começou a ser exibido até o final da projeção. Por isso, Hatuna Matata, amigos. O Rei Leão em 3D pode não ser uma animação que abusa da tecnologia em terceira dimensão - o que de fato não é - mas certamente vale uma entrada na vida de qualquer pessoa.

O filme remasterizado está sendo exibido nos cinemas e vai estar disponível em Blu-ray e em DVD a partir de setembro deste ano.

Por onde eu andei/ando… o que eu fiz/faço…

Tem gente que ainda acredita que eu sento na frente do computador para não fazer absolutamente nada. Sabe quando você decide navegar na internet sem ter rumo definido? Ou mexer no computador e esquecer o que estava querendo fazer? Pois é, esse não sou eu. Os dois últimos meses foram corridos, mas eu não esqueci que tenho blog pessoal e pretendo atualizar - ou me atualizar, já que na maior parte das vezes eu falo sozinho sem feedback - sempre que possível.

Vamos as novidades. Em julho deste ano assumi um freelancer bacana no grupo paranaense GRPCOM, no braço do jornal Gazeta do Povo em Maringá (www.gazetamaringa.com.br). É, eu sei, “mais um freelancer”, mas foi uma experiência bacana que me fez abrir ainda mais os olhos para o meu real interesse no jornalismo: trabalhar com redações para veículos impressos ou online.

           

Meu período na Gazeta terminou no início de agosto, mas de lá levo experiência, contatos e novos amigos. Isso sem contar um novo blog sobre jogos, Press Start, com produção voluntária.

          

Também no início deste mês entrou no ar o novo site da Sociedade Protetora dos Animais de Maringá (SOCPAM), em que tenho participação ativa na área de Mídias Digitais - desenvolvimento, hospedagem e manutenção da proposta. É outro trabalho voluntário interessante, desta vez em prol de uma causa social nobre: a defesa dos animais. O trabalho de reformulação do site, que apresentava falhas estruturais de usabilidade, durou mais de seis meses - entre planejamento e execução final do projeto.

          

O site REVIL (www.residentevil.com.br) é outra iniciativa grande que mantenho com ajuda de fãs da série Resident Evil de todo o Brasil. Em julho deste ano o projeto mostrou a sua força com um crescimento acima do esperado, com mais de 200 mil visitas no período. O REVIL completa 12 anos em outubro.

          

E olha que não acabou. Apesar de não estar empregado pela Rede Independência de Comunicação (RICTV Maringá) ofereço um espaço gratuito aos amigos do programa esportivo Tribuna no Futebol no site ArquibancadaNET (www.arquibancadanet.com.br).

          

Mantenho também o canal da RICTV Maringá no YouTube com vídeos atualizados do programa RIC Rural dos amigos Sérgio Mendes e Rose Machado, que me dão uma força importante - atuo como freelancer.

          

Viram como a vida foi/é corrida? Estou em busca de um trabalho fixo no momento, mas aceito propostas para atuar como freelancer em Maringá/PR. Se alguém estiver lendo este blog no momento e puder me dar uma ajuda - seja indicando um processo seletivo ou recomendando uma vaga - ficaria agradecido.

É aquela coisa, estou parado, mas ao mesmo tempo estou me movimentando. Nada mais tenso do que isso!

Family Guy: oito temporadas de altos e baixos

No final no passado me presentei com a família mais desbocada dos desenhos animados, os Griffin. Comprei oito temporadas desses animais impiedosos em um pacote extremamente tentador naquela loja virtual com nome de embarcação submersa.

Seis meses depois, eis que consegui finalmente terminar de assistir a todos os DVDs e tenho que dizer que a viagem valeu a pena. Você deve estar se perguntando: mas não é só mais um desenho da FOX? Não, não é. Diferentemente dos Simpsons - que é um show que não tem mais graça, como Family Guy faz questão de ressaltar - o seriado foca naquilo que você tem vontade de fazer ou supostamente dizer ao mundo, mas não pode.

Se você é politicamente correto, essa experiência não é para você, compreende? Estou falando com você, seu censura, vá catar coquinho e procurar o que fazer.

Aliás, Family Guy me coloca em conflito com o meu eu interior e sabe muito bem mexer na linha tênue entre certo e errado. Quem aí quer abrir um bar com nome de molusco? Você sabia que a morte trabalhou em Garganta Profunda?

Anyway, let’s get going. As únicas temporadas dubladas em português - não reclamem, viúvas - são a primeira e a segunda. Fiz questão de curtir enquanto pude a versão nacional, apesar de perder toda a particularidade - pra não dizer a graça - do humor americano. Talvez seja por isso que a FOX decidiu não continuar com esse tipo de trabalho, ou para economizar uns trocados a mais - a segunda opção faz mais sentido. Safados e legais ao mesmo tempo, como não gostar?

Com 29 episódios sarcásticos e altamente preconceituosos, essas temporadas ficaram marcadas por cenas como essas: Breast Feeding e Chicken Fight. Isso sem contar as adaptações pontuais (em português) para fins de localização de roteiro.

A terceira temporada, já sem dublagem tupiniquim, traz 21 episódios pervertidos e ofensivos. Só houve um problema aí: esqueceram de convidar a Dona Graça - motivo que obrigou a FOX a cancelar Family Guy. Com toda razão, diga-se de passagem. Quer Seth MacFarlane, desenhista, escritor, animador, diretor, dublador e uma porção de outras coisas mais diga que não, mas é a pura verdade.

Não tenho do que reclamar do que ocorre da quarta à oitava temporada. Revitalizados de uma queda, o desenho voltou ao estilo clássico, exagerado e sem quase nenhuma censura dos primeiros episódios da série. Como não se apaixonar por um exame de próstata bem humorado? Ou com uma esposa doida por sexo? Até mesmo Jesus Cristo entrou na dança.

É algo que vai te deixar maluco. E novamente: VÁ SE FERRAR, seu censura. Sou adulto, pago minhas contas e vejo o que me dá na telha.

Perdi a vontade de jogar videogame

Não sei explicar como aconteceu, nem ao menos dizer como um viciado se (des)vicia tão fácil de algo, mas perdi o tesão pelos jogos eletrônicos. Sim meus caros Padawans, o mestre Jedi deixou escapar suas forças e já não é mais o mesmo detonador de sempre. Quem diria que eu me tornaria mais um expectador passivo do que um jogador ativo desse mundo mágico (sem duplo sentido, seu leitor malicioso).

Antes brincava sem parar dias e noites na frente na tela da TV e agora não tenho paciência de me aventurar 30 minutos sem me sentir incomodado com a situação. Por que, Ricardo malvado, você não consegue mais se dedicar a esse tipo de entretenimento? Sei lá, Dona Consciência, acho que cansei de fazer movimentos repetitivos e de ver sempre o mesmo final feliz. São inúmeros clichês em histórias repetitivas e sem sentido - mesmo para uma terra imaginária. Isso sem contar os contos casuais, desenvolvidos para chamar a atenção daqueles que nunca tiveram a felicidade de finalmente resgatar a princesa do reino cogumelo.

Você sabe que eu aprendi e me aprimorei na língua inglesa só jogando jogos profundos, certo? Pois é o que o Ricardo espera na maioria dos lançamentos atuais, não quero livros infantis e sim verdadeiras bíblias de leitura, aprofundadas por cenários vivos e marcantes. Quero continuar a aprender com minha diversão e não só me divertir - não tenho mais 10 anos. Talvez isso explique a minha falta de interesse. Cresci, não sou mais uma criança e por isso sempre espero ter mais.

Tá aí uma verdade - daquelas verdadeiras, óbvio - que me fazem pensar. Não é ruim viver uma experiência virtual, mas assim como nos jogos, a nossa realidade tem fases e uma única vida - com exceção do Mario, que acumula várias. Estou naquela fase das definições, e dei pausa no resto para me dedicar e completar esse estágio. Bem que eu gostaria de voltar a ser um menino sem preocupações. Seria mais fácil passar por isso em frente da TV.

Eu e minha constante falta de sorte

Querido Blog, tudo bem com o Sr.? Continuo na mesma por aqui, querendo bater asas e voar, mas ainda impedido de fazer algo na minha própria cidade, compreende? Veja bem, sou jornalista, quase um especialista em Mídias Digitais e amo Maringá de paixão. Trabalho com projetos web há mais de 11 anos e posso dizer que tenho capacidade para lidar com a área de comunicação.

Desde minha formação, procuro me inserir no mercado como profissional em veículos da pequena à grande imprensa. Tive oportunidades bacanas, sabe? Mas ainda não fui agraciado com um trabalho digno que pudesse dar valor ao mínimo das minhas capacidades.

Já fiz trabalhos voluntários de âmbito nacional para o Canal Futura, fui editor chefe de um programa radiofônico na Rádio Universitária Cesumar FM, trabalhei no operacional da RICTV (afiliada da Rede Record) em meio a jornalistas, fiz clipagem de rádio para a campanha do candidato a presidência da república José Serra, fui produtor na RPCTV (afiliada da Rede Globo) e até mesmo fiz a minha estreia oficial como produtor de mídias digitais para a Sociedade Rural de Maringá.

Parece ser um bom currículo, não? Mas isso pouco importa já que na maior parte das situações fiz trabalho voluntário e não tive uma oportunidade fixa na profissão. Estou só com freelancers e uma passagem importante por uma área operacional - na qual fiz questão de me dedicar com todas as forças.

Queria tanto continuar nessa cidade linda que nasci. Vou continuar a lutar para ficar por aqui, mas se o Sr. conhecer alguém e puder indicar o meu nome ficaria feliz, entende? Sabe, Blog, já cansei de chorar pelo leite derramado e pela minha constante falta de sorte. Talvez o culpado seja o pobre do Ricardo, que não faz questão de usar amizades ou qualquer tipo de relação como artifício para entrar na área de comunicação.

Façamos assim, me apresenta um figurão da imprensa? Quem sabe assim, de uma maneira muito errada, as coisas passem a funcionar?

Ainda vivo, e isso basta!

Apesar de não parecer, ainda estou vivo! Sim, caros amigos, ainda sou uma pessoa - ou quase isso, dependendo do seu ponto de vista. Errar é humano, repetir a falha é burrice e prometer o que não pode cumprir é idiotice. Prometi para o meu “eu” que não iria abandonar o blog e lá fui eu, ficar cerca de três meses sem “me” atualizar. That’s my problem, folks, but I am alive!

Vamos ver se as coisas mudam? Sem promessas dessa vez.

Pump it Up é alternativa para exercícios

Você está acima do peso? Se sente gordinho e fora de forma? Aí vai uma opção barata para movimentar bem o corpo. O jogo Pump It Up Exceed, disponível para PlayStation 2 e Xbox, pode ajudar bastante na luta contra a balança. Digo isso por experiência própria, pois sempre que me sinto acima do peso gasto ao menos uma hora por dia, ou quatro rodadas de jogo, nesse ótimo simulador de dança.

Juro que saio todo molhado depois das sessões de exercício e é bom lembrar que mesmo se tratando de um jogo alguns cuidados são necessários para não prejudicar a saúde. Antes de se aventurar a dançar, certifique-se de ter se alimentado bem durante o dia. Faça também alongamentos simples como se apoiar na parede e segurar um dos pés com a mão (primeiro exemplo logo abaixo). Isso pode ajudar a preparar o corpo para toda movimentação que irá receber - cada parte do alongamento deve durar em torno de 30 à 60 segundos.

Com Pump it Up chego a perder até cinco quilos no mês e isso sem trocar a minha alimentação que, convenhamos, não é sempre saudável. Como o jogo é antigo vai ser difícil encontrá-lo em lojas convencionais, por isso, recomendo os sites de leilão: Mercado Livre e Ebay. Você também pode optar por jogar naquelas máquinas de simulação que quase todo shopping center dispõe.

Imagem dos alongamentos adaptada: Studiovspersonal

Minha lista de resoluções para 2011

Neste ano eu desejo: ser feliz, ter uma boa saúde, trabalhar na minha área de formação, terminar minha pós/especialização, conquistar minha independência financeira, ler mais, amar mais, brincar mais, escrever mais, me exercitar mais, enfim, continuar a somar conteúdos na vida, se Deus quiser.

Começo o ano com pensamento positivo e apostando todas as minhas fichas nos próximos dias e meses. Repito aqui o que diversos amigos próximos vivem me dizendo: “o que tiver de ser seu será”. O que é seu está guardado, Ricardo, espere e verá.